Conteúdo Voltar

Crocs terá sapatos feitos a partir de plantas

29 de Setembro de 2021

Considerada uma das piores invenções de 2010, pela revista Time, os sapatos Crocs sempre dividiram opiniões entre sua estética e conforto. Com a alta nas vendas na pandemia, a marca de sapatos de borracha anunciou que até o ano que vem os calçados Batizado de Ecolibrium, o novo material é constituído a partir de hidrocarbonetos (átomos de carbono e hidrogênio) extraídos de recursos renováveis, assim como óleo de palma e celulose. Além da nova combinação de materiais, a produção será carbono negativa. 

A meta da marca é ser carbono neutra até 2030. “Nosso propósito de ser carbono neutro inclui não apenas como operamos a empresa, mas também todos os nossos produtos”, disse o chefe-executivo da Crocs, Andrew Rees ao Guardian. Para fabricar um par de sapatos, são gastos 3,94 kg de CO2.

Criticados pelo Greenpeace pelo o uso de óleo de palma, um porta-voz da Crocs disse ao Guardian: “A Crocs trabalhou em colaboração com a Dow, uma empresa global de ciência de materiais, para incorporar a nova tecnologia Ecolibrium que transforma resíduos e subprodutos de origem sustentável em um sapato que todo o conforto que você espera da Crocs, mas com menos emissões. A Dow garante que todos os bio-resíduos e subprodutos que originam podem ser obtidos de forma sustentável e certificada. Além disso, eles usam apenas subprodutos que não competem com a cadeia alimentar e, ao encontrar um uso para o material que de outra forma iria para o lixo, eles são capazes de garantir que esses produtos se tornem parte da economia circular”.

Além da iniciativa verde, a marca, que quase chegou à falência em 2009, vem apresentando collabs para reconquistar público. Em junho, a Crocs lançou um sapato que foi na contramão da tendência de conforto pandêmico: um Crocs com salto fino em parceria com a espanhola Balenciaga. serão feitos a partir de plantas.

Batizado de Ecolibrium, o novo material é constituído a partir de hidrocarbonetos (átomos de carbono e hidrogênio) extraídos de recursos renováveis, assim como óleo de palma e celulose. Além da nova combinação de materiais, a produção será carbono negativa. 

A meta da marca é ser carbono neutra até 2030. “Nosso propósito de ser carbono neutro inclui não apenas como operamos a empresa, mas também todos os nossos produtos”, disse o chefe-executivo da Crocs, Andrew Rees ao Guardian. Para fabricar um par de sapatos, são gastos 3,94 kg de CO2.

Criticados pelo Greenpeace pelo o uso de óleo de palma, um porta-voz da Crocs disse ao Guardian: “A Crocs trabalhou em colaboração com a Dow, uma empresa global de ciência de materiais, para incorporar a nova tecnologia Ecolibrium que transforma resíduos e subprodutos de origem sustentável em um sapato que todo o conforto que você espera da Crocs, mas com menos emissões. A Dow garante que todos os bio-resíduos e subprodutos que originam podem ser obtidos de forma sustentável e certificada. Além disso, eles usam apenas subprodutos que não competem com a cadeia alimentar e, ao encontrar um uso para o material que de outra forma iria para o lixo, eles são capazes de garantir que esses produtos se tornem parte da economia circular”.

Além da iniciativa verde, a marca, que quase chegou à falência em 2009, vem apresentando collabs para reconquistar público. Em junho, a Crocs lançou um sapato que foi na contramão da tendência de conforto pandêmico: um Crocs com salto fino em parceria com a espanhola Balenciaga

Esta não foi a primeira collab entre a maison espanhola e a americana dos calçados de borracha, em 2017, as marcas lançaram um sapato com plataforma por 850 dólares, que esgotaram antes mesmo de chegarem às lojas.

O marketing da marca também focou o público jovem e pop para alavancar as vendas. Um case foi com o cantor Justin Bieber, que lançou uma colaboração de sua marca Drew, com a Crocs. Voltada para os millennials, a collab focou os patches coloridos, com formatos de arco-íris, margaridas, ursos e pizza.

No ano passado, as vendas de Crocs subiram 32% ao mês, segundo a The Lyst Index.


Fonte: www.exame.com

Newsletter
Follow Us